A vontade de ser mãe habita no coração de quase todas as mulheres. Eu sei que existe um número de mulheres que não pensa nisso, mas elas não são a maioria. Algumas mais cedo, outras mais tarde, cada uma tem o seu momento. Tenho uma amiga de infância que a filha dela completará 16 anos esse ano (minha amiga tem 31)! Minha prima tem 41 e está grávida! Enfim, se a filha da minha amiga engravidar esse ano, ela será avó com pouco mais de 30 anos, enquanto minha prima estará sendo MÃE com pouco mais de 40!!! Algumas mulheres sabem seu momento, algumas tem oportunidade de escolher, e outras são surpreendidas pela ocasião. Mas, o que percebo de similaridade é: A chegada de um filho gera mudanças a todas! Particularmente eu nunca reparei muito nos cuidados de um recém-nascido. Aprendi mais sobre gestação, que faz parte da minha atuação e estudei para isso, afinal Exercícios de Alongamento e Pilates são recomendados para muitas gestantes. Entretanto, o dia-a-dia de um recém-nascido nunca me chamou a atenção como nos últimos tempos. Boa parte de minhas amigas que estão na casa dos 30 são mães. Certo dia visitei uma grande amiga com uma bebezinha. Na ocasião eu estava contando radiante sobre meu pensamento na possibilidade de engravidar. Mas confesso: quando observei minha amiga pensei em desistir daquilo. Não a reconheci! Sempe fomos muito próximas e compartilhávamos de muitas opiniões, mas quando vi aquela transformação, foi como se um estado de negação tomasse minhas idéias e dissesse: NÃO!
Isso já faz algum tempo, mas com leitura e pesquisa na internet, prossegui com "aquele pensamento radiante". Porém, será que ser mãe na Europa é diferente de ser mãe no Brasil? Minha curiosidade costuma me levar a diferentes experimentos, e então, me candidatei ao trabalho de baby sitter, que é o que faço hoje durante algumas horas da semana. A criança que atendo é uma linda menina (Lu) com pouco mais de um ano de idade. Seus pais são irlandeses adoráveis que me receberam muito bem, desde o contato inicial. Fui sincera com a mãe da Lu, que é Assistente Social, sobre minha inexperiência. Mas, além da Lu gostar de mim no primeiro dia (e eu dela), o fato de eu ser adepta aos estímulos de exercícios apropriados à fase sensório-motora interessou a mãe. Viver essa experiência mudou todo o conceito que eu tinha sobre maternidade. Realmente, ter filhos na Europa é diferente da realidade que eu conhecia. Não que no Brasil não existam os métodos adotados aqui, pelo contrário, o assunto que trato nesse post é de um livro que está publicado em português desde o ano 2000! Mas, na nossa cultura existem pontos diferentes da cultura da Europa, que são naturais e precisam ser respeitados. O fato de ser diferente, não quer dizer que sejam melhores. Mas, poder conhecer os dois, foi realmente uma grande oportunidade. Saciou minha curiosidade e tomou minha atenção nos últimos meses.
Uma outra grande amiga de Recife engravidou recentemente e me indicou a leitura do livro da Tracy Hogg, a Encantadora de Bebês. Tracy Hogg faleceu em 2004. Ela foi uma enfermeira inglesa que atendeu mais de 5000 bebês. Morou muito tempo nos EUA onde ficou conhecida pelas suas dicas no encanto de bebês, sua consultoria especializada, seus livros e pelo programa de TV (que no Brasil passava na tv a cabo) - The Baby Whisperer. O primeiro livro, de capa azul, tem 318 páginas que eu li num "tapa". Embora ele tenha sido recomendado pelos roteiristas dos filmes "Pocahontas", "Tarzan" e "102 Dálmatas", foi minha grande amiga de Recife que me convenceu. Eu já havia contado a ela sobre as experiências como baby sitter (babá) aqui na Irlanda, a facilidade em colocar a bebê na cama para dormir, a disciplina e principalmente, a importância de uma "rotina estruturada". Eu não sabia que existia um livro que ensinava aquilo que a mãe da Lu fazia, e que consequentemente, me ensinou a fazer também. A mãe da Lu me ensinou a seguir uma "rotina estruturada" que no livro se chama "EASY", ou seja: "Eating" - comer; "Activity" - atividade; "Sleeping" - dormir; "You" - você! Claro que no caso da Lu é tudo muito fácil, porque ela faz parte da classe dos "bebês anjos", mas no livro, a Tracy ensina a lidar com todos os tipos de bebês, até mesmo o "bebê irritável".
O que eu tenho para dizer aqui: Se você está pensando em ser mãe, recomendo esse livro!!!
Isso já faz algum tempo, mas com leitura e pesquisa na internet, prossegui com "aquele pensamento radiante". Porém, será que ser mãe na Europa é diferente de ser mãe no Brasil? Minha curiosidade costuma me levar a diferentes experimentos, e então, me candidatei ao trabalho de baby sitter, que é o que faço hoje durante algumas horas da semana. A criança que atendo é uma linda menina (Lu) com pouco mais de um ano de idade. Seus pais são irlandeses adoráveis que me receberam muito bem, desde o contato inicial. Fui sincera com a mãe da Lu, que é Assistente Social, sobre minha inexperiência. Mas, além da Lu gostar de mim no primeiro dia (e eu dela), o fato de eu ser adepta aos estímulos de exercícios apropriados à fase sensório-motora interessou a mãe. Viver essa experiência mudou todo o conceito que eu tinha sobre maternidade. Realmente, ter filhos na Europa é diferente da realidade que eu conhecia. Não que no Brasil não existam os métodos adotados aqui, pelo contrário, o assunto que trato nesse post é de um livro que está publicado em português desde o ano 2000! Mas, na nossa cultura existem pontos diferentes da cultura da Europa, que são naturais e precisam ser respeitados. O fato de ser diferente, não quer dizer que sejam melhores. Mas, poder conhecer os dois, foi realmente uma grande oportunidade. Saciou minha curiosidade e tomou minha atenção nos últimos meses.
Uma outra grande amiga de Recife engravidou recentemente e me indicou a leitura do livro da Tracy Hogg, a Encantadora de Bebês. Tracy Hogg faleceu em 2004. Ela foi uma enfermeira inglesa que atendeu mais de 5000 bebês. Morou muito tempo nos EUA onde ficou conhecida pelas suas dicas no encanto de bebês, sua consultoria especializada, seus livros e pelo programa de TV (que no Brasil passava na tv a cabo) - The Baby Whisperer. O primeiro livro, de capa azul, tem 318 páginas que eu li num "tapa". Embora ele tenha sido recomendado pelos roteiristas dos filmes "Pocahontas", "Tarzan" e "102 Dálmatas", foi minha grande amiga de Recife que me convenceu. Eu já havia contado a ela sobre as experiências como baby sitter (babá) aqui na Irlanda, a facilidade em colocar a bebê na cama para dormir, a disciplina e principalmente, a importância de uma "rotina estruturada". Eu não sabia que existia um livro que ensinava aquilo que a mãe da Lu fazia, e que consequentemente, me ensinou a fazer também. A mãe da Lu me ensinou a seguir uma "rotina estruturada" que no livro se chama "EASY", ou seja: "Eating" - comer; "Activity" - atividade; "Sleeping" - dormir; "You" - você! Claro que no caso da Lu é tudo muito fácil, porque ela faz parte da classe dos "bebês anjos", mas no livro, a Tracy ensina a lidar com todos os tipos de bebês, até mesmo o "bebê irritável".
O que eu tenho para dizer aqui: Se você está pensando em ser mãe, recomendo esse livro!!!
Não, eu definitivamente não acredito que cuidar de bebês seja uma receita de bolo que vem descrito em um livro. Porém, eu confio nas dicas que eu li porque comprovei os resultados. Ok, a Tracy cuidou de 5000 bebês e eu de uma!!! Mas, aquela sensação de despreparo total não está mais comigo. Continuo como aprendiz, mas hoje entendo um pouco mais do que é uma "rotina estruturada" e de como ela é essencial para a família, para o bem de todos, inclusive do bebê. Ainda não sei se serei contemplada com uma gestação e um bebê. Sei que por mais que a maioria das mulheres desejam, nem todas conseguem. Acompanho o drama de uma outra amiga que vem fazendo tratamento. Ela fez a primeira inseminação e não deu certo. Uma outra recifense estava grávida de seis meses, nasceu prematura e viveu apenas 3 dias. Tenho uma outra amiga que estudou tanto as "formas e posições para engravidar" que está grávida de gêmeos. Também tenho uma outra amiga, que realizará o sonho de conhecer NY dentro de alguns dias e que depois disso, quer realizar o "sonho da maternidade". Estou torcendo por todas essas amigas, para que elas tenho gestações e bebês saudáveis!Eu ainda sou expectadora do espetáculo que é a vida. Mas quem sabe um dia também possa ser contemplada??? Enquanto isso, vou ler o segundo livro da Tracy, que já está na minha cabeceira. Olha a capa dele aqui:

Dica: O melhor preço desses livros encontrei na Saraiva.
Site da TRACY HOGG - A ENCANTADORA DE BEBÊS
7 comentários:
Imagino que realmente existam diferenças entre ser mãe no Brasil e fora dele. E, por experiência própria, confirmo que a rotina estruturada é muito importante para as crianças. Ufa, e como! Já ouvi falar desse livro, mas acho que estou vivendo uma fase um pouco além do título (afinal, já não tenho um bebê). Boa sorte às suas amigas e suas gestações e bebês. E bom fim de semana para você. Beijo
Oi Lu...Sempre muito bom receber suas palavras. Ter o blog e saber que vocês estão acompanhando, torna o oceano que nos separa muito menor do que realmente é! Que bom ter amigos! Beijos. Boa semana!
Estou lendo o livro azul da Tracy Hogg e vi que vc leu os dois livros dela. O rosa é diferente mesmo do azul? Vale a pena comprar? Estou grávida e buscando leituras como essas.
Obrigada,
Karen
karenpriscil@bol.com.br
http://eucomeriaisso.blogspot.com
Oi KAren. Conversei com mães que disseram que o rosa é uma repetição do azul. Particularmente, eu usei dicas do rosa com minha bebê e acho que vou usar mais, pois ele é para bebês maiores. Tem muitas coisas que não consegui aplicar, porque teoria é teoria. Mas no geral, pra quem tá longe de casa e sozinha, o livro ajudou muito! Boa leitura e parabéns pela gravidez. Beijos
minha querida, adorei seu blog
realmente este livro é fantastico. minha filha tem 5 meses e ela segue uma rotina perfeitamente cronometrada e estruturada diariamente... graças a encantadora de bebes...
estou seguindo seu blog... me siga tbm e assim vamos trocando experiencias.... bjs :)
Oi Gisleide. Que bom que você consegue aplicar a rotina na sua filha. Eu consigo algumas coisas, mas não tão cronometrada assim....rs...Vou lá conhecer seu blog. beijo
Você me fez chorar com este post. Meu maior medo é não conseguir ser mãe, Cíntia. Cada dia desejo mais ter noss@ filh@. Já temos os nomes ( para menino e para menina). E como minha idade não é mais a de uma jovem mulher na casa dos 20 e os 40 se aproximam com muita rapidez, sua prima me deu muita esperança. Que Deus nos envie um bebê na hora d'Ele!
Eu nem quero começar a ler este livro para não ficar mais ansiosa...Acho que irei lê-lo na fase da gravidez mesmo.
Eu preciso crer em um milagre, o milagre de Deus!
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